Ministério Público entra com recursos e pede renovação de prisão de Michel Temer

Além do Temer, o Ministério Público entra com recurso para prisão dele e mais outros 7 suspeitos.

Ministério Público entra com recursos e pede renovação da prisão de Michel Temer

Parece que a “Liberdade vai cantar” por pouco tempo para o ex-presidente Michel Temer.

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com pedição no último dia 1° ao TRF2 para que Temer e mais 7 deputados fossem presos novamente.

Algo engraçado e bem bizarro, é que quando Michel Temer foi liberto da prisão, choveu de comentários em sua rede social, sendo que a maioria era sobre sua liberdade ter “cantado”.

O Ministério Público Federal entrou em contato com o Tribunal Regional Federal da 2° Região, pedindo

uma renovação da prisão de Michel Temer.

No caso, o que eles pedem é uma prisão temporária do ex-presidente e do ex-ministro Moreira Franco.

A argumentação é que ambros estão envolvidos em crimes relacionados aos contratos de Angra 3 (usina Eletronuclear em construção).

Eles disseram em favor de seu pedido, que a liberdade afetam diretamente a investigação dos crimes, o

decorrer do processo e a aplicação da lei e o reembolso do valor desviado.

Após a denominada Operação Descontaminação, o Ministério Público entregou o ex-presidente Michel

Temer, como alvos de corrupção, peculatos e lavagem de dinheiro.

Estas informações foram publicadas e divulgadas pela Procuradoria Regional da República.

O TRF afirma que avaliou de fato uma possível prisão preventiva, mas faltam atributos para que eles

mantenham a prisão preventiva de ambos.

Mastigando bem estas palavras, faltam provas. O MP concordou parcialmente com a Força-tarefa denominada Lava Jato.

Além disso, a prisão temporária de Michel Temer e dos demais, continuam barradas por conta da legislação e inclusive do próprio TRF2.

Em nota oficial, eles afirmam que: “Os recursos foram protocolados hoje e serão julgados na 1ª Turma

caso não sejam aceitos em decisão individual do desembargador relator dos habeas corpus”.

Além disso, segunda o TRF, as três premissas da decisão liminar são erradas, por causa de suposta falta de dados e de fundamentos concretos, a falta de lógica nos fatos e o distanciamento dos cargos públicos de ambos.

Em nota oficial, a procuradoria afirma o seguinte sobre o caso:

“Outros argumentos que embasaram os pleitos da prisão preventiva, como o entendimento pacificado no

STF de que a lavagem de ativos é crime permanente, enquanto valores ilícitos estiverem sendo ocultados

e as evidências de que a saída da função pública não afasta riscos de novos crimes serem cometidos”.

Questionamentos

O MPF questionou ainda a soltura decidida no dia 25 sob alegações de que a liminar antecipou análise

do mérito dos habeas corpus e violou o princípio da colegialidade (da 1a Turma)”

Além disso, os procuradores da região Mônica de Rê Cardoso de Oliveira, Rogério Nascimento e Silvana

Batini, ressaltam que: “O julgamento monocrático de mérito em favor da parte é circunstância excepcional e rara, pois resulta na indesejável supressão das fases do contraditório prévio e do julgamento colegiado, os quais integram o devido processo legal regular”.

Os mesmos são cabeças dos recursos, que enfatizaram a quantidade das parcelas de provas da prática do crime de corrupção.

Além disso, nos recursos abertos para a prisão preventiva de Temer e Moreira Franca, o TRF pediu que, se caso eles voltassem para prisão, que a mesma fosse feita de forma domiciliar, com monitoramento e tudo mais.

Todavia, o Ministério Público acredita que isso não será suficiente para barrar uma possível fraude nos crimes de “colarinho branco”, pois eles ainda podem sofrerem mutações.

Além do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco, o TRF2 analisará recursos do Ministério Público contra a liberdade de João Baptista Lima, conhecido como Coronel Lima, operador financeiro.

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